JORGE ALBERTO C.P. MONTEIRO1º. Cabo MMA 69-71
Incorporação na FAP em Luanda (onde residia com os meus Pais) em Maio/ 1968, portanto 2a. de 68, na Ota até Maio de 69 – (MMA).
S. Jacinto Maio/69 até Novembro/69 (B.A.7)
H. Carvalho de Nov./69 até Junho/71 (A.B.4)
Luanda Jun./71 até Março/74 (B.A.9)
Monte Real passagem à disponibilidade até Junho/1974 (B.A.5)
Regresso a Luanda (meu domicilio oficial) até Agosto / 1975, fuga para o Brasil (S. Paulo) até 1977.
Regresso a Portugal (Lisboa) até 1978
Vinda para a Suiça Agosto/1978 – Regresso a Portugal...?????? Percebes-te?
Um grande Abraço para ti meu grande amigo E Parabéns pela tua dedicação ao Blog!! Mil vezes Bravo!!!
Meu Caro Amigo Rui Neves: Imagina que só hoje pude responder ao teu desafio de figurar no " Companheiro da Quinzena ", convite que muito me honra, embora eu pense que a minha aventura no AB4 não tenha sido assim tão fulgurante como a de alguns companheiros nossos. Tirando umas motas queimadas (situação perfeitamente alheia à minha vontade...) uns malabarismos por cima das árvores com a mesma mota???
Uma passagem como locutor na abertura do emissor Regional de Saurimo, na companhia do meu grande amigo de sempre Rui Dinis; uma bola no estômago, quando um dia fomos forçados a aceitar um convite do Movimento Nacional Feminino, para tocar-mos num Baile de Beneficência, no terraço do Hotel Pereira & Rodrigues (eu o Abrantes o David Marques e o Dulcidio Ribeiro, escusado será dizer, que tirando eu que era baterista amador, e o Abrantes que dava uns toques na viola baixo, digo bem uns toqqqqes...os outros nunca tinham tocado em nenhum grupo em toda a sua vida!!!
E assim com a tal bola no estômago, conseguimos inventar uma avaria geral em toda a aparelhagem de som!!! E corajosamente in-extremis!!! Escapar-mos à morte certa!!!!!!!!!(por isso é que ainda estou vivo hoje...) mais uma quedazita de DO27 salvo erro com o Fur. Pil. Simões (perdeu-se quando evacuava-mos um ferido para o Hospital do Luso, e tivemos que aterrar, digo bem Aterrrraaarrrr, numa pista de cabras, sem gasolina nos depósitos, a mais ou menos 15 km, dum destacamento militar, perto do Cacolo. Escusado será dizer que foi o nosso cabo, que teve que palmilhar esses mesmos 15 km, para pedir socorro, que prontamente foi dado pelo Capitão do destacamento, apenas com um detalhezinho...tivemos que dormir ( entre aspas...) perto do avião, porque o ferido que transportava-mos, sofria de Hepatite, e como é considerada uma doença contagiosa, não pudemos deslocar o doente até que chegasse outro avião para o levar! Nem te conto o que foi divertido, toda a noite na galhofa com os mosquitos!!! Ah! Ah! Ah!
Enfim meu amigo Rui Neves mais algumas coisitas que me escaparam da memoria, não haverá assim tanta coisa para contar, mas prometo-te que um dia destes farei um apanhado de meia dúzia de aventuras, com algumas fotos à mistura e enviarei tudo isso para o blog Ok?
Por agora recebe um grande abraço com votos de muita Saúde! Até Breve
Jorge Monteiro





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